Veja quem são os Senadores que se tornaram réus na Lava-Jato

O mineiro Aécio Neves (PSDB-MG), se tornou neste mês mais um Senador a ser réu no Supremo Tribunal federal (STF), acusado de pedir propina de R$ 2 milhões ao empresário Joesley Batista em troca de favores políticos. O Roteiro Alternativo listou abaixo quem são os outros Senadores que se encontram na mesma situação:

 

  • Gleisi Hoffmann (PT-PR): Foi a primeira Senadora a se tornar ré no STF. Acusada de lavagem de dinheiro e corrupção, por suposto recebimento de R$1 milhão em propina desviados da Petrobras, durante as eleições de 2010.

    Gleisi Hoffmann.
    Foto: Lucio Bernardo Jr./ Câmara dos Deputados

 

  • Agripino Maia (DEM-RN): A Procuradoria-Geral da República (PGR) afirma que o senador influenciou a mudança de parecer do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte, que não havia aceitado, num primeiro momento, a documentação enviada pela OAS sobre a construção da Arena das Dunas, para a Copa do Mundo de 2014. Ele também teria recebido mais de R$ 654 mil em sua conta pessoal, entre 2012 e 2014, da mesma construtora.

    José Agripino Maia. Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado.

 

  • Fernando Collor (PTC-AL): Ex-presidente da República, vítima de impeachment em 1992, Collor foi acusado de receber mais de R$ 30 milhões em propina pela suposta influência política na BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras.

    Foto: Marcos Oliveira

 

  • Romero Jucá (MDB-RR): O famoso Senador do áudio polêmico sobre um possível ‘’acordo com o Supremo, com tudo’’ para a realização do impeachment de Dilma Rousseff, Jucá pediu doação de R$ 150 mil á empreiteira Odebrecht para a campanha do filho Rodrigo, em 2014, então candidato a vice-governador de Roraima, de acordo com a denúncia.
Romero Jucá.
Foto: Geraldo Magela/Agência Senado
  • Valdir Raupp (MDB-RO): É acusado pelo Ministério Público de ter recebido propina de R$ 500 mil da empreiteira Queiroz Galvão, disfarçada de doação oficial para sua campanha ao Senado em 2010.

    Valdir Raupp. Foto: Elza Fiúza/ Agência Brasil