Museu Jeca Tatu: uma viagem pela história

O museu Jeca Tatu fica na BR-356 próximo a Itabirito, e é uma parada obrigatória para os amantes de relíquias. O ambiente é repleto de peças dos anos 60, 70 e 80 e promove uma viagem no tempo.

  As peças vão desde máquinas de escrever,  bonecos, discos de vinil, passando por telefones, vitrolas e várias artigos de decoração. Além disso, o museu conta com uma ônibus jardineira que é uma biblioteca, com um vasto acervo de livros.

Além de todo esse cenário artístico, ainda é possível provar um pedacinho de Minas através dos pastéis de angu que são vendidos no local, com recheios que trazem a história do estado.

           

Para saber mais sobre a história do local, o Roteiro Alternativo bateu um papo com fulano de tal, dono e administrador do museu:

 

 

Quem foi Jeca Tatu?

Jeca Tatu foi um dos personagens mais famoso do escritor Monteiro Lobato, apresentado no livro “Urupês”. Diferente de muitos autores da época, Monteiro fez uma representação nada romântica da vida rural. Através de Jeca, o escritor mostrou as discrepâncias de enfermidades típicas dos países atrasados, da miséria e do atraso econômico que o Brasil enfrentava. Durante a narrativa Jeca Tatu contrai amarelão, já que não era ligado a hábitos de higiene. Ao adoecer, Jeca fica muito mal, começa a ter vários problemas de saúde e quase morre. Um médico o ajudou ao perceber sua situação e ele foi curado. Através dessa história Monteiro denunciou a situação da saúde da época, expondo uma doença comum, que poderia ser evitada com pequenas medidas que não eram tomadas devido a falta de conhecimento dos cidadãos.

*Com colaboração de Mariana Spinelli 

 

 

Chiara Ribeiro

É estudante de Jornalismo. Atua no Roteiro Alternativo como cooperado de mídias sociais e repórter.