Conheça a Síndrome Mão-Pé-Boca, que vem preocupando as famílias em BH

A Síndrome Mão-Pé-Boca (SMPB), já registrou seis surtos neste ano, que fizeram 107 vítimas em Minas Gerais, segundo balanço da Secretaria de Estado e Saúde (SES/MG). Poucas pessoas conhecem bem esta enfermidade.

O vírus – que causa febre alta, dores de garganta e após alguns dias, lesões avermelhadas nas regiões dos pés, mãos e até mesmo nas coxas e nádegas -, espalha-se facilmente por meio de tosse, espirros e saliva, mas também pode ser transmitido pelo contato com fezes infectadas. Por conta da dificuldade na hora de se alimentar, a criança pode ficar muito tempo ingerindo poucas quantidades de líquidos, podendo sofrer uma desidratação. Nesse caso, há a necessidade de internação para que o paciente receba soro fisiológico.

Tratamento

Não existe vacina contra a doença. Na maioria dos casos, apenas uma análise das feridas já é suficiente para que a síndrome mão-pé-boca seja identificada. O médico poderá pedir um exame de sangue sorológico para confirmar em caso de dúvida. Em geral, como ocorre com outras infecções por vírus, ela regride espontaneamente depois de alguns dias. Por isso, na maior parte dos casos, o tratamento é sintomático com antitérmicos e anti-inflamatórios. Os medicamentos antivirais ficam reservados para os casos mais graves.

O ideal é que o infectado fique em repouso, tome bastante líquido e que mantenha uma boa alimentação, apesar da forte dor de garganta que é causada.*

*Fonte: Site do Doutor Drauzio Varella (drauziovarella.uol.com.br) e ”minhavida.com.br”