Brasileiros voltam à pobreza extrema

Quando Leticia Miranda trabalhava vendendo jornal na rua, ganhava cerca de R$ 500 mensais, quantia exata para pagar o aluguel do pequeno apartamento que dividia com o filho de 8 anos em um bairro pobre do Rio de Janeiro. Depois de perder o emprego, há cerca de seis meses, em meio à pior crise econômica no Brasil em décadas, ela não teve alternativa senão mudar-se para um edifício abandonado onde já viviam centenas de pessoas

Todos os seus bens –uma cama, uma geladeira, um fogão e algumas roupas– estão amontoados em um pequeno quarto que, como todos os outros do prédio, tem janelas sem vidros. Os moradores tomam banho em latões cheios de água e fazem o que podem para conviver com o mau cheiro dos montes de lixo e dos porcos que reviram os detritos no centro do imóvel.

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