A história por trás das cores da bandeira LGBT

No Dia de Liberdade Gay de São Francisco, na Califórnia, Gilbert Baker criou o estandarte para a representação LGBT que se tornou símbolo de toda uma comunidade.

Baker disse que queria transmitir a ideia de diversidade, e inclusão, por isso, escolheu, inicialmente, 8 cores por causa de seus significados:

  • Rosa – sexualidade
  • Vermelho – vida
  • Laranja – cura
  • Amarelo – luz do sol
  • Verde – natureza
  • Turquesa – mágica/arte
  • Anil – harmonia/serenidade
  • Violeta – espírito humano
Foto: Alexandre Durão/ G1

Em 1978, data percursora das paradas LGBT, 30 voluntários ajudaram Baker a pintar, a mão, as duas primeiras bandeiras arco-íris. E logo após, foram hasteadas em um centro da comunidade gay de São Francisco.

Ao longo dos anos, a bandeira foi reduzida a 6 cores, sem o rosa e o anil. Em 2015, o Museu de Arte Moderna de Nova York, MoMa, obteve as duas bandeiras para a coleção de obras fixas. Gilbert declarou ao MoMa em entrevista exclusiva:

Decidi que tínhamos de ter uma bandeira, que uma bandeira nos encaixasse em um símbolo, o de que somos pessoas, uma tribo”

Gilbert Baker nasceu em 2 de junho de 1951 e serviu as Forças Armadas americanas. Quando obteve dispensa do exército, aprendeu a costurar e virou militante das causas LGBT.

Baker morreu no início deste mês, dia 1 de abril, e as homenagens para ele percorreram o mundo. As informações são da reportagem produzida pela BBC, e pode ser lida na íntegra aqui.

 

Alexa Simon

É estudante de Jornalismo. No Roteiro Alternativo é responsável pela produção de conteúdo e manutenção do site.